12 de setembro de 2007
28 de agosto de 2007
Momento
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Jacinta Correia
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5:46 a.m.
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23 de agosto de 2007
Evan todo-poderoso
"- E como se pode melhorar o mundo?
- Com um acto aleatório de bondade de cada vez."
E, mais uma vez, a Pixar Studios nos presenteia com um filme cheio de animação, imagens extraordinárias, e, como sempre com um ensinamento profundo dado em forma de brincadeira. Neste caso é o de que os nossos pequenos actos de boa vontade podem ajudar a mudar o mundo. É bem verdade, é preciso, no entanto, que cada um se disponha a fazer a sua pequena parte.
Já agora, Deus está mesmo muito bem representado. Optimista, paciente, dotado de um bom humor delicioso de se ver... Adorei o filme, mas sei que sou suspeita a falar, porque devoro tudo quanto é filme para M/6. Aproveitem que o tempo não está tão bom como deveria estar nesta altura do ano e passem uma tarde deliciosa a ver Evan todo-poderoso.
Fiquem bem. Divirtam-se!
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Jacinta Correia
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1:50 p.m.
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26 de julho de 2007
Deslumbrante!!!!!
Há coisas que, de tão deslumbrantes que são, nos deixam sem palavras, perante a sua magnitude, beleza extrema, fascínio que cativa, prende, emociona, enfeitiça... para mim a aurora polar é assim. Que dádiva mais linda!!!!!!! A mãe-natureza no seu melhor!
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6:43 a.m.
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6 de julho de 2007
Memórias da minha infância
As latas de sardinhas e de atum davam uns carrinhos fantásticos, sabem? Puxados por cordas, com pequenas rodas fabricadas com laranjas ainda muito verdes e pequenas, presas na ponta de paus. Hoje não conseguiria fazer melhor, porque parecia perfeito.
E as recordações da minha infância, em que me sentia rica, porque nada essencial me faltou nunca, povoam-me a memória e fazem-me sorrir a cada pequena lembrança. Como precisei de tão pouco para ser feliz!! Pouco que na verdade foi muito - fui sempre rica na idealização de mundos, nos ensinamentos que recebi como herança de uma mãe que é o meu melhor exemplo de força e determinação, que sempre batalhou para nos dar o que necessitávamos. O meu pai ficava pelas canções, sempre pacífico e atribuindo as tarefas da educação à minha mãe, tocava violino, viola, cavaquinho... Era admirável!!! Todos cantávamos ou tocávamos um instrumento. A vida era uma festa.
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2:42 a.m.
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12 de junho de 2007
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9:17 a.m.
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29 de maio de 2007
Rafting
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21 de maio de 2007
Cores
Neste esforço de encontrar a minha cor percebi que a dificuldade se pode bem dever ao emaranhado de pensamentos, situações, sentimentos, que regem a minha vida. Assim, serão muitas as cores com que tenho de pintar a minha tela e talvez o problema consista em encontrar a sua combinação perfeita.
Boa semana!!! Já agora, cheia de cor!!!
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11 de maio de 2007
Um Azul para a Terra
Um Azul para Marte
"A noite passada fiz uma viagem a Marte. Passei lá dez anos (se a noite dura nos pólos seis meses, não sei por que não hão-de caber dez anos numa noite marciana) e tomei muitas notas a respeito da vida que por lá se faz. Comprometi-me a não divulgar os segredos dos marcianos, mas vou faltar à minha palavra. Sou homem e desejo contribuir, na medida das minhas pequenas forças, para o progresso da humanidade a que me orgulho de pertencer. É muito importante este ponto. E espero, se algum dia me vierem pedir contas dos meus actos, isto é, do perjúrio cometido, que os não sei quantos biliões de homens e mulheres que há na Terra tomem todos a minha defesa.
Em Marte, por exemplo, cada marciano é responsável por todos os marcianos. Não tenho a certeza de ter compreendido bem o que isto quer dizer, mas enquanto lá estive (e foram dez anos, repito), nunca vi um marciano encolher os ombros. (Devo esclarecer que os marcianos não têm ombros, mas o leitor está certamente a perceber a minha ideia). Outra coisa que me agradou em Marte, é que não há guerras. Nunca houve. Não sei como se arranjam nem eles souberam explicar-mo, talvez porque eu não tenha sido capaz de lhes dizer o que é uma guerra, segundo os padrões terrestres. Mesmo quando lhes mostrei dois animais selvagens que lutavam (também os há em Marte), com grandes rugidos e dentadas, continuaram a não perceber. A todas as minhas tentativas de explicação por analogia só respondiam que animais são animais e marcianos são marcianos. Desisti. Foi a única vez que tive dúvidas a respeito da inteligência deles.
Ainda assim, o que mais me desorientou em Marte foi o não saber onde eram os campos e onde eram as cidades. Para um terrestre, digo-vos eu que é uma experiência muito desagradável. Acaba a gente por se habituar, mas leva o seu tempo. Por fim, já não me causava estranheza ver um grande hospital ou um grande museu ou uma grande universidade (os maricanos têm tudo isto, como nós) em lugares para mim inesperados. Ao princípio, quando eu pedia razões, a resposta era para mim sempre a mesma: o hospital, a universidade, o museu estavam ali porque eram ali precisos. Tantas vezes me deram esta resposta, que achei melhor aceitar com naturalidade, por exemplo, a existência de uma escola, com dez professores marcianos, num sítio onde só havia uma criança, também marciana, está claro. Não pude calar, em todo o caso, que me parecia desperdício dez professores para um aluno. Mas nem mesmo então fiquei a ganhar; responderam-me que cada professor ensinava uma matéria diferente, e portanto.
Em Marte gostaram muito de saber que há na Terra sete cores fundamentais de que se podem tirar milhares de tonalidades. Lá só há duas, branco e preto (com todas as gradações intermédias), e eles sempre suspeitaram que haveria mais. Garantiram-me que era a única coisa que lhes faltava para serem completamente felizes. E embora me tivessem feito jurar que não falaria do que por lá vi, desconfio bem que estarão dispostos a trocar todos os segredos de Marte pelo processo de obter um azul.
Quando saí de Marte ninguém veio acompanhar-me à porta. Acho que no fundo não nos dão grande atenção. Vêem-nos de longe o planeta, mas estão muito ocupados com os seus próprios assuntos. Disseram-me que só começarão a pensar em viagens espaciais depois de conhcerem todas as cores. É estranho, não é? Por mim, nesta altura, estou hesitante. Posso levar-lhes um bocado de azul (nesga de céu ou toalha de mar), mas depois? Eles virão certamente por aí abaixo, e eu tenho a impressão de que não vão gostar."JOSÉ SARAMAGO, Deste Mundo e do Outro - Crónicas
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5:10 a.m.
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5 de maio de 2007
O abismo...
Chego em passos apressados...
Perdi o azul celeste,
Deixei de ter o meu mar.
E, por momentos, o abismo...
Pintei o horizonte em tons de cinzento,
Deixei de ter janela...
A neblina, o silêncio que me enche,
A noite que não desperta para a madrugada,
A ausência de mim...
E, por momentos, o abismo...
A ideia vaga, a escuridão, a invasão
E é o abismo... imenso, imponente, persuasivo.
Um arrepio... sinto a urgência de cores e regresso à luz.
Revejo a minha estrela,
A noite que se apaixona pela aurora,
O éden, as suas telas pintadas de mil cores.
Sinto a fragrância, o cheiro, o doce aroma da tranquilidade
que, freneticamente, se apodera novamente de mim
Para me devolver ao meu mar
Onde me sinto, onde me acho, onde adormeço
desejando que em cada luar eu veja, ao longe, o abismo...
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2:16 p.m.
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16 de abril de 2007
TRILHOS
A - Ínicio do trilho em direcção à ponte romana da Seara.
B
C
DB - Praia Fluvial da Seara. Um local paradisíaco junto a uma pequena aldeia do concelho (Terras de Bouro)
Se antes havíamos esquecido as marcas de civilização, aqui, perante esta ausência de verde em muitas das zonas da nossa serra, tomamos consciência da presença humana que, através de mãos criminosas, lá vai deixando, a cada verão, a marca da crueldade, em pleno coração do Parque Nacional da Peneda-Gerês.
E, se no final, ainda estamos com estas carinhas animadas, a tomar um café no Equi'Desafios, é porque é mesmo fantástico!!!
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1:21 p.m.
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26 de março de 2007
Santiago de Compostela

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10:36 a.m.
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23 de março de 2007
Music and lyrics
Não sou crítica de cinema, nem tão entendida que possa fazer um comentário relevante sobre o filme. No entanto, tenho a minha opinião. O filme não é um grande filme (longe disso, aliás), peca por falta de enredo e um pouco de drama que pudesse dar mais intensidade a uma relação. Já que é uma comédia romântica, também seria desejável reforçar o romance, dar-lhe mais qualque coisa. Mas há muito tempo que eu não me divertia tanto numa sala de cinema. É divertidíssimo!!! Vale como um momento anti-stress. Voltaria a vê-lo.
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5:30 a.m.
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21 de março de 2007
Um dia cheio de qualidades
21 de Março
Início da Pimavera
Dia Mundial da Floresta! (Dia Mundial da Árvore!)
Dia do Sono!
Dia Internacional contra a Discriminação Racial!
Dia Mundial da poesia!
Dia Universal do Teatro!
Este dia tem tudo para ser o mensageiro de dias tão bons!! A primavera começa da melhor forma, da forma mais poética. Por isso, e cada vez mais, adoro esta estação, as suas cores, os aromas que emanam dos jardins, a alegria estampada nos rostos, o brilho das ruas, as árvores que se vestem do seu melhor verde e as flores que revelam o melhor dos seus momentos e nos enchem o olhar de cores tão diversas e fantásticas, as aves que sobrevoam anunciando a liberdade que a estação lhes permite. E os riachos com todo o seu esplendor exibem a água cristalina que ganha brilho e onde o sol adora repousar os seus raios...
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6:19 a.m.
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14 de março de 2007
Arte II
Esta pintura foi realizada para a companhia dos arcabuzeiros, destinada à grande sala do quartel da Guarda Civil. O protagonista da cena - em primeiro plano, vestido de preto - é Frans Banning Cocq (1605-1655), personagem muito conhecida em Amesterdão, a quem foi concedida a honra de comandar uma campanha da Guarda Civil, retratada no quadro.
Vêem-se retratadas 28 personagens, para além das três crianças e de um cão. Reconhece-se a identidade de 18 personagens, enquanto, por outro lado, as figuras refulgentes das meninas em dourado são bastante enigmáticas.
Os contrastes muito fortes de luzes e sombras conferem ao conjunto um carácter extremamente dinâmico, realçado pelo movimento inerente à composição, na qual existe uma série de eixos diagonais.
Fonte: Museu de Rijks, colecção Museus do Mundo
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6:08 a.m.
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6 de março de 2007
Arte
Venus olhando-se ao espelho (1649-51) também conhecido como The Rokeby Venus de Velasquez. É o único nu feminino que se conhece do famoso pintor espanhol.
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3:01 a.m.
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Marcadores: Arte
21 de fevereiro de 2007
6 de fevereiro de 2007
Gratidão

Em cada madrugada...
Grata pela luz de mais um dia,
pelas cores que adornam os caminhos por onde vou,
pelos aromas que me invadem
e me enchem a alma de recordações,
pela aragem que me desperta os sentidos,
pela presença, pela plenitude, pela vontade
de caminhar por novas veredas,
por todos os lugares que encontro
e onde me sinto eu... 
Grata pelas quedas que me ensinam,
pelas mãos que me apoiam,
por aquelas que necessitam de mim,
pelos sorrisos que partilho
e os sentimentos que me enchem os dias.
Enfim, grata pela vida!
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