16 de janeiro de 2007

Leituras de eleição



Sendo a leitura uma paixão, não consigo deixar de me dedicar a ela. Às vezes de uma forma devoradora (raramente porque o tempo é escasso), outras, aproveitando minutos que entre umas coisas e outras (que são inúmeras) vou conseguindo arranjar.
De Sveva Casati Modignani passei por Desesperadamente Giulia, 6 de Abril'96, A Siciliana, estou a meio de Uma Chuva de Diamantes e, em 1.º lugar de lista de espera está A Cor da Paixão. A seguir virão todos os outros que ainda não li. (Eu sou assim - quando gosto não me canso)
A autora Italiana de best-sellers conquistou-me pela simplicidade de escrita, pelos enredos que nos prendem a atenção e pelas mulheres, protagonistas de belas histórias (amores, desamores, paixões, heranças, crimes...), mulheres enigmáticas, com personalidades extraordinárias... Para quem gosta do género, fica aqui a sugestão - Sveva Casati Modignani. Boas leituras!

12 de janeiro de 2007

Paixão

E o que seria a vida sem paixão?
a arte
as cores
a intensidade
as pessoas
as melodias
as palavras
a inspiração
o desejo

o amor

a partilha
a liberdade
a VIDA?
Tudo estaria rodeado por um vazio desagradável...

Que a cada gesto, cada palavra, cada atitude, cada obra, cada momento, eu possa viver a vida com paixão! Porque me impele a viver mais e melhor!!!


10 de janeiro de 2007

Para a Marilisa com muuuuuuuuito carinho


Anima-te, Lisa (sim, tu, Marilisa!)
Este post hoje é para ti, para te fazer sorrir, para te fazer sentir mais animada e para te dizer o que talvez nunca te tenha dito mas que penso sempre - És muito importante para mim! Quero que saibas que estou aqui (tu sabes onde!) para tudo o que precisares. Ao longo dos últimos tempos (perdi a conta mas tu sabes), tu e o Amaro têm sido uns amigos fantásticos. Obrigada pela vossa presença nas nossas vidas, pela companhia, pelos risos (e gargalhadas), pelas danças, pela alegria, pela partilha, pelas confidências... É bom ter amigos assim por perto!
Ups, não tenho a certeza se estou a conseguir animar-te... palpita-me que não... Bem, quero que saibas que te desejo o melhor do mundo e como sei que estás um pouco em baixo, resolvi ser lamechas e vir aqui deixar estas tretas todas, que sei que podem ter efeitos secundários, mas arrisquei! Primeiro pensei em deixar umas anedotas, talvez o resultado fosse melhor (nota que a minha intenção era animar-te), mas depois, sabes como eu sou, foge tudo para o coração. Bem, é melhor parar antes que te canses e não leias o fim.
Um beijo grande! Não te preocupes com a orquídea! Aliás, não te preocupes com nada e relaxa! Se precisares de mim - GRITA! Adoro-te, minha doce Amiga!!!!

4 de janeiro de 2007

Happy New Year

Desejo um Feliz 2007 a todos os meus amigos, família, a todos os que, de uma forma ou de outra, fazem parte da minha vida, a todos os que visitaram este blog, a todo o mundo!!!
Obrigada a todos os que fizeram brilhar 2006, os que estiveram presentes na minha vida, os que, ausentes, pensaram em mim, aqueles em quem eu pensei, de quem tive saudades...
Obrigada por fazerem dos meus dias aquilo que eles são!!!!
Foi esta a melhor forma que encontrei de vos manifestar com alegria o meu desejo de votos de um feliz 2007. Abram o site:
www.icq.com/img/friendship/static/card_16961_rs.swf

7 de dezembro de 2006

Estados de Alma


Irrompem por entre a chuva
sinais de claridade...
... mas o frio esmorece os sorrisos embora a vontade permaneça.
O conforto de umas páginas para ler,
a presença do pensamento que nestes dias teima em não desistir
e a chuva que continua, determinantemente, a fazer-se ouvir...
A fazer-me lembrar do seu poder sobre mim.
E eu fico com a imagem dos meus dias de chuva
A neblina que me enternece a alma
e não me deixa libertar... E eu preciso, eu quero essa libertação
e, voar mesmo num dia de chuva.
Ainda que o som do piso molhado me invada a alma,
ainda que a vidraça opaca não me deixe esquecer a adversidade,
ainda que um dia de chuva teime em encher-me a alma com tempestades,
eu vou transformar o meu dia num dia de luz e rodeado por nuvens de algodão.



(Hoje é dia de terapia de grupo = jantar com amigas do coração e tudo promete! Obrigada Amigas pelo que são na minha vida e nos meus dias de chuva. Adoro-vos)

19 de novembro de 2006

Feitiço

Foi feitiço o concerto de Andre Sardet ontem em Guimarães. Adorei!
E aqui ficam as qualidades bem visíveis do artista. O que é nacional é bom! Eu gostava de olhar para ti
E dizer-te que és uma luz
Que me acende a noite me guia de dia e seduz
Eu gostava de ser como tu
Não ter asas e poder voar
ter o céu como fundo ir ao fim do mundo e voltar
Eu não sei o que me aconteceu
Foi feitiço! O que é que me deu?
Para gostar tanto assim de alguém como tu
Eu gostava que olhasses para mim
E sentisses que sou o teu mar
Mergulhasses sem medo um olhar em segredo
Só para eu te abraçar
O primeiro impulso, é sempre mais justo
É mais verdadeiro.
E o primeiro susto, dá voltas e voltas
Na volta redonda de um beijo profundo.


E com tanto romantismo nas palavras e doçura no olhar a música de André Sardet encantou!!

5 de novembro de 2006

Um Azul para Marte

José Saramago é sem dúvida um dos meus escritores favoritos. Por obras como o Memorial do Convento, "A Caverna", "Todos os nomes"... E depois, por textos, aparentemente tão simples como este. Vale a pena ler e reflectir!
"A noite passada fiz uma viagem a Marte. Passei lá dez anos (se a noite dura nos pólos seis meses, não sei por que não hão-de caber dez anos numa noite marciana) e tomei muitas notas a respeito da vida que por lá se faz. Comprometi-me a não divulgar os segredos dos marcianos, mas vou faltar à minha palavra. Sou homem e desejo contribuir, na medida das minhas pequenas forças, para o progresso da humanidade a que me orgulho de pertencer. É muito importante este ponto. E espero, se algum dia me vierem pedir contas dos meus actos, isto é, do perjúrio cometido, que os não sei quantos biliões de homens e mulheres que há na Terra tomem todos a minha defesa.
Em Marte, por exemplo, cada marciano é responsável por todos os marcianos. Não tenho a certeza de ter compreendido bem o que isto quer dizer, mas enquanto lá estive (e foram dez anos, repito), nunca vi um marciano encolher os ombros. (Devo esclarecer que os marcianos não têm ombros, mas o leitor está certamente a perceber a minha ideia). Outra coisa que me agradou em Marte, é que não há guerras. Nunca houve. Não sei como se arranjam nem eles souberam explicar-mo, talvez porque eu não tenha sido capaz de lhes dizer o que é uma guerra, segundo os padrões terrestres. Mesmo quando lhes mostrei dois animais selvagens que lutavam (também os há em Marte), com grandes rugidos e dentadas, continuaram a não perceber. A todas as minhas tentativas de explicação por analogia só respondiam que animais são animais e marcianos são marcianos. Desisti. Foi a única vez que tive dúvidas a respeito da inteligência deles.
Ainda assim, o que mais me desorientou em Marte foi o não saber onde eram os campos e onde eram as cidades. Para um terrestre, digo-vos eu que é uma experiência muito desagradável. Acaba a gente por se habituar, mas leva o seu tempo. Por fim, já não me causava estranheza ver um grande hospital ou um grande museu ou uma grande universidade (os maricanos têm tudo isto, como nós) em lugares para mim inesperados. Ao princípio, quando eu pedia razões, a resposta era para mim sempre a mesma: o hospital, a universidade, o museu estavam ali porque eram ali precisos. Tantas vezes me deram esta resposta, que achei melhor aceitar com naturalidade, por exemplo, a existência de uma escola, com dez professores marcianos, num sítio onde só havia uma criança, também marciana, está claro. Não pude calar, em todo o caso, que me parecia desperdício dez professores para um aluno. Mas nem mesmo então fiquei a ganhar; responderam-me que cada professor ensinava uma matéria diferente, e portanto.
Em Marte gostaram muito de saber que há na Terra sete cores fundamentais de que se podem tirar milhares de tonalidades. Lá só há duas, branco e preto (com todas as gradações intermédias), e eles sempre suspeitaram que haveria mais. Garantiram-me que era a única coisa que lhes faltava para serem completamente felizes. E embora me tivessem feito jurar que não falaria do que por lá vi, desconfio bem que estarão dispostos a trocar todos os segredos de Marte pelo processo de obter um azul.
Quando saí de Marte ninguém veio acompanhar-me à porta. Acho que no fundo não nos dão grande atenção. Vêem-nos de longe o planeta, mas estão muito ocupados com os seus próprios assuntos. Disseram-me que só começarão a pensar em viagens espaciais depois de conhcerem todas as cores. É estranho, não é? Por mim, nesta altura, estou hesitante. Posso levar-lhes um bocado de azul (nesga de céu ou toalha de mar), mas depois? Eles virão certamente por aí abaixo, e eu tenho a impressão de que não vão gostar."

JOSÉ SARAMAGO, Deste Mundo e do Outro - Crónicas

18 de outubro de 2006

Tempo


Na nostalgia deliciosa do meu momento
recordo as cores, os sons e um certo aroma...
Tudo me invade a alma e me completa.
A sombra do que foi alcança o tempo
mas traz a certeza da fugacidade,
traz a urgência de movimento,
de mais cores, novos sons...
A serenidade e a plenitude necessárias à contemplação
urgem, precipitam-se na convicção do valor do tempo.
E vivo para que nada em mim se perca ou falte!
Porque o dia é o meu dia...

13 de outubro de 2006

Um determinado Estado de Espírito Comum



Tenham um fim de semana fantástico!!!!

4 de outubro de 2006

Dance

Conversa com o meu filhote quando ele saiu da sua primeira aula de dança
- Então, filhote?! Gostaste!
- Gostei muito. Amanhã quero vir outra vez!
- Não, filho. As aulas são só à segunda-feira.
- Mas a escola é todos os dias!! (isto acompanhado de um ar de desconsolo) Ó mãe, tu não ficaste lá a ver.
- Pois não. A professora achou que tu podias fugir para o meu colo ou ficar com miminho porque ela não te conhece e não sabe como tu te portas bem.
- Não, mãe. As mães não entram porque senão nós não nos concentramos. (Toma lá mãe que pensas k eu não sei falar.eheheh. Claro que me ri consoladamente. )

Depois no carro, à ida para casa:
- Ó mãe, acho que hoje nem vou conseguir dormir.
- Então porquê, filhote?
- Ainda estou a sentir a música! (note-se o verbo sentir!!lol)
- Sentir a música?? Como é isso?
- Eh não sabes sentir a música?!
Gargalhada


Depois lá fez umas demonstrações à Michael Jackson de tudo o que se lembrava da aula. Parece que vamos ter dançarino.

Bem, mas depois do meu post sobre o carpe diem, claro que também eu estou a frequentar as aulas de danças latinas. É que não foi só blá, blá. Eu disse que queria dançar mais ... então é isso mesmo. Lá estou às sextas-feiras à noite na Academia Expressão (publicidade) a libertar o stress acumulado durante a semana.




27 de setembro de 2006

Sobre mulheres

Serão as mulheres de facto exigentes?
Confira a prova em www.on-the-top-of-the-world.blogspot.com .
Tenham coragem e deixem comentários, vá lá! É uma oportunidade!

20 de setembro de 2006

carpe diem


A correria diária em que se tornou a vida faz-nos deixar de aproveitar pequenas grandes coisas que dão cor à vida, que iluminam, que enriquecem. E a máxima epicurista fica ali, emuldurada nas asas do desejo, à espera que as pessoas se apercebam da importância das pequenas coisas. Tenho tentado viver a minha vida de acordo com a a máxima do "carpe diem" e às vezes até acho que consigo, pela plenitude com vivo certos momentos, pela determinação com que me agarro ao momento presente e tento tirar dele o máximo.
Mas às vezes sinto aquela sensação de que há qualquer coisa incompleta, um pedacinho de emoção por viver, qualquer coisa que, mesmo não conseguindo perceber o quê, me deixa com ansiedade.
E então decidi assumir responsabilidades perante mim mesma, e agora perante todos os que por cá passam. Essas responsabilidades passam por me comprometer com a vida a não deixar passar momentos que eu acho que me podem fazer bem, ao corpo e à alma. Assim passo a apresentar uma lista das coisas que às vezes deixo de fazer por falta de tempo, mas que, a partir de hoje, tenho que conseguir fazer. Assim posso dizer que quero:
- contemplar o pôr-do-sol;
- procurar o silêncio e meditar de olhos fechados;
- estar mais com a família e os amigos;
- aumentar o número de terapias de grupo (informalmente chamadas de saídas com as amigas);
- dançar;
- ir ao cinema, no mínimo uma vez por mês;
- ir ao teatro e espectáculos;
- ler mais;
- escrever;
- andar de bicicleta;
- contemplar o céu estrelado e a lua;
- ver mais o mar;
- fazer mais trilhos pedestres na montanha;
- fazer mais voluntariado no hospital;
- ouvir mais música;
- sonhar mais;
- emocionar-me mais;
- aventurar-me mais;
- ...
- VIVER A VIDA AO MÁXIMO!
E a todos os que deixam tantas vezes de fazer aquilo que gostam, espero lembrar-vos da importância de VIVER. É que estar vivos não basta, e então lembrem-se das pequenas coisas que gostam tanto de fazer e não fazem. Quando perceberem que arranjaram tempo para elas, sentirão a sensação de preenchimento e ânimo. E é assim que a vida vale a pena!
Carpe Diem

11 de setembro de 2006

Em memória das vítimas do 11 de Setembro

E da luz, do brilho, da grandiosidade...

o Homem implantou o mal e as trevas....
Um instante é quanto basta para que o mundo se depare com a dimensão do MAL!

E o desejo que, indubitavelmente, permanece, é o de que o homem seja capaz do BEM!

31 de agosto de 2006

Sete dias para a eternidade


Sete dias para a Eternidade de Marc Levy. A insuperável força do amor mostrada até ao extremo. Não resisto a deixar aqui um excerto do livro. Trata-se de uma carta de amor que o demónio(Lucas) escreve ao anjo (Zofia).

“o acaso é a forma que Deus tem de passar despercebido” Jean Cocteau
Deus e Lúcifer num braço-de-ferro final.
O mais angélico dos anjos e o mais demoníaco dos demónios são postos em cena para o derradeiro desafio.
Em apenas sete dias, joga-se o destino da humanidade.
Mas nem Deus nem Lúcifer poderiam prever o que resultaria de um encontro entre um anjo e um demónio…
O livro está carregado de simbologia, que encontramos a cada parágrafo que lemos. Na minha opinião, vale cada minuto que lhe dedicamos. Espero que o excerto vos desperte a curiosidade e, se assim for, boa leitura.

Zofia,
Vejo-te a dormir e, Deus, como tu és bela! Voltas-te nesta última noite a tremer, aperto-te de encontro a mim, coloco o meu casaco por cima de ti, desejaria poder colocar um sobre todos os teus invernos. O teu semblante está tranquilo, acaricio a tua face e, pela primeira vez na minha existência, estou triste e feliz ao mesmo tempo.
É o fim do nosso momento, o princípio de uma recordação que, para mim, durará pela eternidade. Havia em cada um de nós tanto de realizado e tanto de inacabado quando estávamos juntos!
Partirei ao romper do dia, afastar-me-ei passo a passo, para aproveitar ainda cada segundo de ti, até ao último instante. Desaparecerei atrás desta árvore para me submeter à razão do pior. deixando-os abater-me, anunciaremos a vitória dos teus e eles perdoar-te-ão, sejam quais forem as ofensas. Volta, meu amor, volta a essa casa que é a tua e que tem tudo a ver contigo. Gostaria de tocar as paredes da tua morada com cheiro a sal, ver das tuas janelas as manhãs romperem em horizontes que não conheço, mas que sei que são os teus. Conseguiste o impossível, mudaste uma parte de mim. Desejaria que a partir de agora o teu corpo me cobrisse e nunca mais visse a luz do mundo a não ser pelo prisma dos teus olhos.
Onde tu não existes, eu não existo. As nossas mãos juntas inventavam uma de dez dedos; a tua ao pousar em mim passava a ser minha, de tal modo que quando os teus olhos se fechavam, eu adormecia.
Não fiques triste, ninguém poderá roubar as nossas recordações. Daqui em diante, basta-me cerrar as pálpebras para te ver, deixar de respirar para sentir o teu cheiro, enfrentar o vento para adivinhar o teu hálito. Agora escuta: onde quer que esteja, ouvirei as tuas gargalhadas, verei os sorrisos nos teus olhos, ouvirei os sons da tua voz. Saber simplesmente que tu estás nalgum sítio nesta terra será, no meu inferno, o meu cantinho de paraíso.
És o meu Bachert,
Amo-te
Lucas

23 de agosto de 2006

the lake house



Achei o enredo demasiado estranho. Valeu pela Sandra Bullock que é sempre magnífica e pelo Keanu Reeves (encantador!). A mensagem do filme é que vale a pena esperar por um grande amor. Claro que a podiam fazer com um enredo "normal" mas assim não se pode dizer que é parecido com outro, porque não é - é muito original. Original até demais. Bem, pelo menos, eles lá acabam por estar nos braços um do outro e tudo está bem quando acaba bem. Além disso, já sabia que era um Drama/Fantasia portanto... lá fantasia é o que não falta.

22 de agosto de 2006

sobre a (não)colocação dos profs

no link "the dream of being a teacher"

Rumo

Procuro-me na maré... como as ondas procuram na areia a paz.
Procuro-me no som das águas que me falam de ti... e o quadro que o sol pinta no final de um dia é uma dádiva.
Procuro-me no silêncio que, sem querer, revela o melhor de ti... e sei de mim.
Na agitação das ondas escondo-me para me encontrar depois na suavidade do momento.
E sei de mim, porque me reconheço tranquila, confiante e determinada a nunca abandonar o meu mar... E sei que, sempre que me perder, me posso encontrar aqui. ..porque este trilho é o que leva à minha alma, ao mais íntimo de mim, onde eu me procuro sempre que quero saber de mim. E estou tranquila... tenho o meu rumo.

17 de agosto de 2006

PARABÉNS A VOCÊ



Este post é para desejar os parabéns a uma amiga do coração.
Parabéns para ti, Lu, porque hoje é o teu aniversário. Mas parabéns porque soubeste viver cada ano da melhor forma - doce, terna, cautelosa, honesta, Amiga!
És uma Amiga cheia de qualidades, estás empre lá quando é preciso. E, por isso, e por tudo o que és na minha vida, te desejo o melhor do mundo!
Estes 15 anos de amizade sólida contigo e com o grupo maravilhoso que temos a honra de manter, têm sido força, alegria, ânimo, VIDA! Mas como hoje é o teu dia a minha atenção é só para ti! Lembras-te do poema do lar que eu escrevi para vocês todas? A parte dedicada a ti apontava-te como "a razão no meio da loucura" - sabes que nesse aspecto nada mudou?! Continuas ponderada e muito racional e eu admiro a tua força nas situações difíceis. Claro que quem te conhece sabe de ti, do teu coração, da lágrima que cai muito disfarçadamente, da dor que transformas em força, da determinação que te torna na mulher que és. Mas este bla bla bla é só pra dizer que te adoro! És uma amiga fantástica! Obrigada por tudo, AMIGA!

10 de agosto de 2006

E por falar em Heróis...

Ninguém lhes pede autógrafos...
Estão sempre ao serviço da comunidade... correm riscos. E ainda são mal pagos!

Nem sequer têm o reconhecimento que merecem...

MAS SÃO VERDADEIROS HERÓIS!!!

8 de agosto de 2006

Holding out for a hero

BONNIE TYLER lyrics - "Holding Out For A Hero"
www.OldieLyrics.com
(Jim Steinman & Dean Pitchford)

Where have all the good men gone
And where are all the gods?
Where's the street-wise Hercules
To fight the rising odds?
Isn't there a white knight upon a fiery steed?
Late at night toss and turn and dream of what I need
[Chorus:]I need a hero
I'm holding out for a hero 'til the end of the night
He's gotta be strong
And he's gotta be fast
And he's gotta be fresh from the fight
I need a hero
I'm holding out for a hero 'til the morning light
He's gotta be sure
And it's gotta be soon
And he's gotta be larger than life
Somewhere after midnight
In my wildest fantasy
Somewhere just beyond my reach
There's someone reaching back for me
Racing on the thunder and rising with the heat
It's gonna take a superman to sweep me off my feet
[Chorus]
Up where the mountains meet the heavens above
Out where the lightning splits the sea
I would swear that there's someone somewhere
Watching meThrough the wind and the chill and the rain
And the storm and the flood
I can feel his approach
Like the fire in my blood.