O tempo passa...
Das pessoas, a marca que deixam em nós
De nós, a marca que deixamos nos outros
O tempo passa...
Com sorte, deixamos realmente o que somos em alguém...
Será legítimo voltar tanto tempo depois ao mesmo lugar?
Talvez... mas o lugar estará certamente abandonado.
19 de dezembro de 2015
1 de junho de 2012
23 de fevereiro de 2012
De regresso com Clarice Lispector
Clarice Lispector
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12:25 p.m.
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21 de março de 2011
Portugal ontem e hoje
Gerês, 16 de Julho de 1977
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8:03 a.m.
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12 de fevereiro de 2011
Em jeito de regresso
Olá, Amigos
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11:29 a.m.
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1 de abril de 2010
Pudesse eu voar... Voar mesmo. Bater asas e sentir a brisa suave
Conquistar distâncias e vencer
Ver em baixo as fraquezas e rir-me delas
Voar... Em bando ou num voo solitário
Ter por horizonte o infinito e avançar
...Pela vida levemente
E decidir de acordo com o tempo... suavemente e sem agitações.
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12:51 p.m.
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23 de novembro de 2009
Vassalagem
Vassalagem...
Curvo-me perante ti quando me foges
Imploro que prolongues os momentos
Desatino numa angústia dolorosa
Quando me cais das mãos como areia fina.
Permanece e deixa-me acabar as frases...
Que cruel tens sido para mim, Tempo fugidio...
E eu - vassala das tuas horas apressadas.
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5:41 a.m.
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3 de outubro de 2009
Novidades apenas
Olá a todos os que têm passado por cá, apesar de eu ter andado ausente.
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11:11 a.m.
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11 de julho de 2009
Estado d'alma
No anseio da loucura de minh'alma
Na berma da estrada prometida
Rumando ao horizonte a incerta vida
A insensatez afugentou a calma.
Sem querer perder da vida o sorvedouro
Ou do poeta a musa que o inspira
Os passos desta alma que delira
vagaram noite adentro...luz de ouro.
E lá ao longe que nunca é aqui
Insatisfeita sempre e à procura
Porque esta alma feita de loucura
Entende que não tenho o que perdi.
E permanece a ânsia de viver
No porto onde o sonho é real
Nas asas de um poema imortal
A rima desta alma vou escrever.
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2:57 a.m.
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1 de junho de 2009
Até onde a alma me levar I
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6:12 a.m.
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13 de abril de 2009
impacto
Nas asas do vento - me ausento.
Nas sombras do céu - sou eu.
Na vida, a água que corre - me move.
Na mão que seguro - me empurro.
No azul do mar - pairar.
Na ânsia, que na alma levo - o meu medo.
No barco que avisto - persisto.
No além que me dás - a paz.
No sonho que tenho... um abrigo de corais e a lua que me contempla como quem pinta uma tela.
... búzios ao longe...
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8:23 a.m.
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18 de março de 2009
O meu menino fantástico
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6:48 a.m.
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25 de fevereiro de 2009
Subidas loucas, desconforto, ruído...
Vislumbre do mundo abaixo que abandono por momentos.
Num segundo, tudo parece inexistente.
Descidas abruptas que me levam à inevitável indisposição
Agonia, desagradável sensação, palpitações...
E a emoção com que agarro todas as sensações estranhas,
As pessoas que no olhar reflectem o mesmo desejo de estar ali e noutro lugar.
Indisposta ainda...
Os minutos passam por mim, desespero...
E as amarras que não largo, que não me largam...
E quando nada vejo, avisto o vazio...
Invade-me a vontade louca de estar na quietude de um silêncio que não sei se existe.
Estou na vida... num carrossel... um corropio...
Desejo sublime de estar ausente e saber regressar.
Mas ainda estou no carrossel.
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3:51 a.m.
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9 de fevereiro de 2009
Ao sabor da corrente
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6:08 a.m.
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26 de janeiro de 2009
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6:21 a.m.
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23 de dezembro de 2008
Feliz Natal
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10:05 a.m.
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9 de dezembro de 2008
10 de novembro de 2008
Mais de 120 mil, Sra Ministra!!!!! Consegue continuar a fingir que não temos razão?? É pena...
Quem, como eu, lá esteve mais uma vez, grite bem alto: DEIXEM-NOS SER PROFESSORES!
Boa semana.
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Jacinta Correia
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10:26 a.m.
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5 de novembro de 2008
Espero um azul tranquilo, um voo alto e seguro
Uma brisa leve e sábia
Um mar por baixo de águas cristalinas e corais
Um tom claro e luminoso em cada madrugada
Um sopro de ânimo no rosto
Um aroma a flores
E aquele sabor a vida sorvido entre risos e bem-estar.
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Jacinta Correia
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2:32 a.m.
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29 de setembro de 2008
Quando o Sol se Põe em Machu Pichu
"(...)Sim, existe! Aquilo que verdadeiramente existe não é mensurável. As maiores realizações da humanidade não são mensuráveis. As grandes realizações resultam de grandes sonhos e os sonhos não têm mensurabilidade: transcendem-na. E nós estamo-nos a destruir porque estamos a destruir a nossa capacidade de sonhar.(...)"
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Jacinta Correia
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5:16 a.m.
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